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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Carreira - A Importância do Resumo de Qualificações no Currículo

O principal objetivo do currículo deve ser o de destacar seu valor para um potencial empregador, levar você a ser chamado para uma entrevista. Para tanto, seu currículo deve se destacar pela boa apresentação visual, ser sucinto e de fácil compreensão e não conter erros de ortografia. 

O que chama a atenção dos selecionadores, e na verdade até facilita a vida deles, é a colocação de um Resumo de Qualificações logo no início, após o Objetivo. Isto faz com que ele já tenha de início uma noção resumida de suas principais qualidades profissionais e pessoais, portanto, levando-o a prosseguir na leitura do seu currículo.

Com apenas seis ítens você consegue dar uma boa noção para o selecionador :

RESUMO DE QUALIFICAÇÕES

- Tenho mais de 20 anos de experiência como Gerente Administrativo-Financeiro.

- Profunda experiência na reestruturação de empresas.

- Habilidade em montar, gerenciar e motivar equipes de trabalho.

- Domínio total de informática, com ênfase para ERP Datasul Magnus e EMS.

- Pessoa dinâmica e de fácil relacionamento. Forte em controles de gestão.

- Espírito de equipe e liderança. Administrador focado em objetivos.

Viu como é simples ? Em apenas 6 linhas você traça um perfil completo para o selecionador...

João Carlos – www.novosplanos.com

Novos Planos - Apoio total ao desempregado.

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9 coisas que irritam as mulheres de negócios


Você sabe o que irrita as mulheres de negócios? Coisas simples e que você nem imagina podem tornar sua chefe ou colega de trabalho um vulcão em erupção!


Recentemente realizei uma pesquisa com associadas do "Grupo de Mulheres de Negócios" do LinkedIn. A pergunta era “O que mais irrita vocês no ambiente de trabalho”? Abaixo, as respostas mais comuns:

- Gente que interrompe uma reunião para pedir ou perguntar algo que poderia aguardar um momento mais adequado. Será que tudo é urgente ou a urgência é nossa e os outros que esperem, estejam com visitas, em reunião com fornecedor, com funcionários ou terminando algum relatório importante? Priorizar o trabalho dos outros é sinal de respeito. Entrar sem bater também não é bem-visto entre as que responderam a pesquisa.  
- Pessoas que só apresentam problemas, mas nunca trazem a solução. Lembro que alguém disse, brincando, que não queria ouvir só a problemática, mas queria também a “solucionática”. Ao apresentar um problema, devemos sempre tentar apresentar possíveis alternativas. Isto agiliza o processo e mostra proatividade, sinaliza que você pensou no assunto, não delegando ao outro a responsabilidade pela solução do problema.  
- Pessoas que têm um emprego, mas não um trabalho. Elas têm um lugar onde ir todos os dias, mas isso não quer dizer que tenham necessariamente funções a desempenhar. Elas fazem do escritório o local para resolver seus problemas particulares, gastando tempo, recursos e produtividade da empresa em benefício próprio.
Principalmente aquelas pessoas que estão mudando de casa ou que tiveram filhos, todos os momentos são gastos em atividades para as quais não são remunerados e que ultrapassam os limites acordados com a empresa para a tal atividade. Há que se usar o bom senso. Mudar de casa, ter um filho, casar, divorciar-se, são eventos importantes, mas o trabalho também. Combinado um prazo com o chefe, é cumprir a agenda e seguir adiante. É o que a empresa espera de todo mundo.  
- Assédio moral é um problema seríssimo dentro das empresas. Não basta ter o cargo, é preciso gritar para quem quiser ouvir que o poder está nas mãos e o detentor usa como quiser, deixando claro quem manda ali e criando situações embaraçosas e constrangedoras para quem convive com gente assim que acha que o cargo é como um distintivo de xerife. Um verdadeiro abuso do poder com ofensas a granel. Isto independe do sexo do chefe, diga-se de passagem. Infelizmente, mulheres tendem a ser mais emotivas do que homens neste quesito e extravasam de forma mais “marcante” frente aos seus subordinados
- Falta de comunicação. Reuniões onde grandes temas são discutidos e detalhes são omitidos – no final, são os detalhes que vão fazer toda a diferença e afetar sensivelmente a satisfação do cliente. Aqui é uma lição de casa para os dois lados, a comunicação precisa ser redundante às vezes para que os dois lados garantam que tudo foi plenamente entendido, sem margens de dúvidas e desentendimentos futuros.
  - Falta de feedback dos chefes. Você não pergunta, seu chefe não responde e ninguém parece se preocupar como andam as relações – bom, não é só o business que precisa ser gerenciado ou as operações do dia-a-dia, é preciso checar se os canais estão abertos, livres de ruídos, se alguma coisa precisa ser melhorada (leia-se, dos dois lados). Chefes tendem a ser hiper-ocupados e focados nas necessidades do negócios, não exatamente na carreira dos funcionários. Quem tem que pensar nisto são os próprios. Lembrar o chefe de dar feedback é bom e só traz benefícios. E o feedback precisa ser para o chefe também, claro, há que se ter jeito para falar, mas ele, como qualquer ser humano, erra e cabe a você apontar áreas de melhoria. A empresa agradece.  
- Concorrência desleal parece ser algo que desagrada as mulheres de negócios em níveis muito elevados. Ninguém gosta de ver seu trabalho sendo apresentado por outra pessoa e não ter seus créditos recebidos, mas acontece. Acho que vale uma conversa muito franca com as partes envolvidas e por que não, reivindicando a parte que lhe cabe nos louros. A César o que é de César. Quem sabe seu chefe não sabe que você é a dona daquela idéia fantástica.  
- Politicagem é algo que incomoda muita gente. Algo difícil no ambiente corporativo é separar o pessoal do profissional. Protecionismo, misturar amizade com negócios é uma receita certa para criar um clima de tensão e desconfiança dentro da empresa e não é justo. Evidentemente, se a pessoa quer indicar alguém realmente competente, nada impede que isto seja feito e no final das contas, o fato de ser amigo do chefe pode até ser esquecido, mas que ela terá que fazer por merecer, ah, isto vai ter que ser feito mesmo!
- Mulheres de negócio não gostam da “rádio peão” ou o “telefone sem fio”. Algo que existe desde os primórdios do mundo corporativo ou desde que inventaram o cantinho do café. Pessoas gostam de ouvir, aumentar, fofocar, talvez para mostrar que têm informação ou para mostrar que sabem mais do que outros, mas isto deve ser coibido na medida do possível.
Acho que isto é mais uma atitude individual do que do grupo. Quando o assunto começar a cair para “sabem da última?”, discretamente, pegue seu café e se afaste do grupo. Se precisar, use o celular para fazer aquela ligação que planejava fazer mais tarde. Não faça parte da fofoca. Como alguém sabiamente comentou: pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas comuns falam sobre coisas, pessoas medíocres falam sobre pessoas.
Gladis Costa é formada em Letras, com pós-graduação em Jornalismo, Comunicação Social e especialização em Tecnologia e Negócios pela PUC-SP. Em 2005 lançou seu primeiro livro de crônicas, "O Homem que Entendia as Mulheres". Atualmente é Gerente de Marketing e Comunicação da PTC para a América Latina. 
Por Gladis Costa - pensandogrande.com.br/

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sábado, 9 de julho de 2011

Carreira - Mulher no Topo

Está faltando espelho?
A história da mulher no mundo corporativo é bastante recente e sabemos que ainda temos um longo caminho a trilhar. Essa semana eu conversei com o Villela da Matta, presidente da Sociedade Brasileira de Coaching (SBCCoaching) para uma matéria do Money Jornal. A pauta não tinha nada a ver com mulher, mas adorei os insights dele e acabei aproveitando a deixa para fazer uma entrevista especial para o Mulher em Pauta.
Gostei da empolgação e dos ensinamentos dele e o que mais me chamou atenção na entrevista é a afirmação dele de que temos pouco espelho, ou seja, poucas mulheres no mundo corporativo para nos espelharmos. Isso realmente é verdade. Qual o modelo de executiva de sucesso você escolheria ser? 
Mesmo assim, ele diz que está na hora de deixarmos de lado a desculpa de que não crescemos na carreira ou não recebemos determinada promoção por sermos “mulheres”, como se isso fosse depreciativo. “As empresas buscam resultado e as pessoas que apresentarem os melhores serão as mais bem sucessidas, não importa o sexo ou a raça”, ressaltou Villela.
O recado principal do entrevistado: é possível ter uma família feliz e uma carreira brilhante. “Muitas acreditam que se  tiverem uma carreira audaciosa vão perder a sua felicidade no relacionamento e não é verdade. Não é porque você vai deixar de ter uma carreira brilhante que terá uma relacionamento que vai dar certo.  Afinal, 50% dos casamentos acabam até dois anos e 75% deles em até sete”, argumentou.
Então mulherada, está na hora de pararmos de nos sabotar e compreender que dá para aliar carreira, família e relacionamento. Não precisamos abrir mão de uma coisa para ter outra.
Espero que gostem do recado do Villela da Matta, presidente da Sociedade Brasileira de Coaching na entrevista e se tiverem passado por alguma dessas dificuldades ou cruzadas da vida “minha carreira ou meu relacionamento?”, contem para gente como agiram e o que aprenderam.

Fonte - Vovê SA
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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Como mostrar serviço no trabalho

Profissionais que fazem bom marketing pessoal têm mais chances de subir na carreira.
Confira 4 dicas para ser bem-sucedida

Faça mais do que lhe pedem. Você tem que superar as expectativas para ser bem vista!
Faça uma autocrítica
Você precisa avaliar honestamente sua atuação nos últimos meses, porque é líquido e certo que seu patrão vai pôr na balança o que ele está dando e o que vem recebendo em troca. ''Avalie-se antes de reivindicar um aumento'', aconselha Silmara. Pergunte a si mesma: dou conta de tudo o que me solicitam? Sei o que acontece nos outros departamentos da empresa? Desenvolvi novas habilidades desde a última vez que recebi aumento? Tive uma boa idéia, implantada com sucesso, de um ano para cá? Quantos problemas estou resolvendo? Questionamentos desse tipo a ajudam a ter na ponta da língua suas realizações que trouxeram lucro e outros benefícios para a empresa. ''Tente se colocar no lugar do seu chefe, imaginando o que ele irá questionar: assim, você vai ficar bem preparada para argumentar com ele'', diz Silmara.


Saiba onde está pisando

Outro conselho da especialista é pesquisar a situação da empresa e do setor a que você pertence para decidir se pede o aumento logo ou aguarda uma oportunidade melhor. Não foi o que a relações-públicas Laura*, 24 anos, fez. Ela tinha um ano de casa quando concluiu que merecia um aumento. Mas, como a agência passava por uma fase de vacas magras, ouviu do diretor, num período de seis meses, duas respostas negativas, com o mesmo argumento: problemas de caixa. Felizmente, Laura não se queimou com a chefia por causa disso, como acontece com muitos profissionais na mesma situação. ''Eu gostava do trabalho, então resolvi esperar um pouco para retomar o assunto'', conta a relações-públicas. Meses depois, uma colega recebeu um convite irrecusável de outra empresa e ela passou a cuidar também das contas da ex-funcionária, com ótimo desempenho. ''Era o momento propício para tentar novamente, mesmo porque a agência demonstrava recuperar o fôlego financeiro'', comemora Laura, que conquistou um espetacular aumento de 80%.

Saber onde está pisando também implica, de acordo com Silmara, investigar a política da empresa com relação a aumentos e verificar se há um plano de carreira. Só assim você poderá pedir um aumento realista. ''Algumas, por exemplo, não passam dos 20% na negociação'', diz a consultora. Uma passada no RH é válida para você saber se é possível ganhar mais sem mudar de cargo e coisas do gênero. Paralelamente, pesquise no mercado como andam as remunerações para perceber se o que você almeja está dentro da realidade.


Faça mais do que lhe pedem

''Você tem de superar as expectativas, ir além do que lhe é solicitado'', ensina Stefi Maerker, diretora da Sec Secretary Search & Training, consultoria especializada em recrutamento e seleção de secretárias. Agindo dessa forma, Carina, 34 anos, gerente de marketing de uma empresa de carrocerias de caminhões, conseguiu turbinar o salário em 30%. ''Fazia dois anos que meu contracheque era igual — o último aumento tinha vindo com a promoção a gerente e eu queria um motivo para abordar a questão'', conta ela. ''Então, criei uma campanha para estender a parceria que havia conseguido com os postos de gasolina da região para outros do país. Sabia que os lucros dessa iniciativa ajudariam a empresa a saldar dívidas. Entrei na sala do diretor com a porcentagem do aumento de vendas na mão e funcionou.''

Na atividade que você desempenha, os resultados não podem ser medidos de forma numérica, como os de Carina? Calma. ''Em situações de crise, atitudes positivas, como abertura para mudanças e liderança, por exemplo, também contam muito. Demonstram que você é um talento a ser retido e recompensado'', garante Fábio Mandarano, gerente da área de contratação da consultoria Deloitte. Veja o exemplo da publicitária Adriana Salles, 32 anos, que não entrou em pânico quando a agência de publicidade em que trabalhava foi vendida para outro grupo. ''O diretor de criação, na época, abraçou outras responsabilidades e, antes que o caos se instalasse, fui acumulando as obrigações dele. Fiz de tudo, desde tocar reuniões com a equipe a me envolver no planejamento das campanhas'', diz ela. Conclusão: quando sentou para conversar com o diretor, que estava de mudança para outro departamento, já havia provado que possuía competência para ocupar o lugar dele. ''Recebi 30% de aumento e fui promovida.''


Fuja de reclamações

Argumentos lógicos e irresistíveis sob o ponto de vista de negócios fazem com que o chefe veja com clareza seu valor profissional e ainda facilitam as coisas, caso ele precise consultar outros superiores para conseguir o aumento. Reclamações, ao contrário, não convencem ninguém, como sentiu na pele a advogada Tatiana, 24 anos. ''Comecei num escritório quase como estagiária, realizando tarefas simples, que depois de um ano aumentaram assustadoramente'', revela. ''Viajava muito e resolvia assuntos pessoais do meu chefe, que presidia uma entidade beneficente. Merecia um salário melhor! Mas, em vez de me preparar para a conversa, simplesmente desabafei que estava cansada por causa do volume de trabalho e necessitava de um incentivo a mais para realizá-lo bem'', conta. ''Ele pediu um tempo para falar com o superior dele, mas voltou dizendo que não podia fazer nada por mim. Hoje, depois de cinco meses, vejo que teria progredido naquele emprego se soubesse argumentar melhor.'' 
Conteúdo do site NOVA
por Joyce Moysés e Mônica Pereira
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Como conciliar a carreira com a chegada do primeiro filho?


LIDAR COM A FORMAÇÃO DA NOVA FAMÍLIA PODE NÃO SER TÃO FÁCIL, PORÉM MUITO LONGE DE SER IMPOSSÍVEL, AFIRMA A DIRETORA DA RICARDO XAVIER, NELI BARBOZA

Por Equipe InfoMoney, InfoMoney
Do Administradores
O choro no meio da madrugada, os gastos com fraldas e a pilha de papinhas dentro do armário da cozinha. Os pais de primeira viagem, não acostumados à rotina de um bebê e que, até o presentemomento, estavam "apenas" focados na carreira, podem ficar um pouco desnorteados no início.

Lidar com a formação da nova família pode não ser tão fácil, porém muito longe de ser impossível. Quem afirma é a diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Neli Barboza.

"A mãe dessa criança deve ter objetivos claros, estudar ou trabalhar, enfim, levar adiante esse processo de vida", diz Neli. De acordo com a especialista, o planejamento é a base de tudo, algo que dará suporte aos pais.

Métodos

Durante o processo de gestação é ideal que um dos pais já tenha, na ponta do lápis, todo o planejamento que deverá ser seguido para 
não deixar a "chupeta cair".

"Bote em um papel questões como o tempo, trabalho, estudos e flexibilidade. Isso irá aliviar a culpa de ter que deixar, no início, a criança com algum outro responsável", pondera Neli.

Os passos iniciais para a construção desse planejamento consistem em avaliar questões como quem tomará conta do bebê enquanto os pais estiverem no trabalho, quanto tempo ele irá ficar com essa pessoa, se a comida está guardada, enfim, tópicos relacionados ao bem-estar do pequeno.

A especialista garante que se tudo isso estiver planejado, metade do caminho já estará traçado.

Antecipe

Para não prejudicar a carreira ou os estudos, a dica é comunicar com antecedência os responsáveis por cada instituição. A transparência, opina Neli, alimenta uma imagem de qualidade e comprometimento, visto que tudo já foi planejado com cautela.

"O que essa mãe deve saber é que ela não é a única no mundo nessa função. A criança tem outras pessoas a quem recorrer nas mais diversas horas. Avós, tios, enfim, todos darão esse suporte".
Outra possibilidade é da mãe encerrar a carreira ou trocar o emprego por algo profissional mais flexível, almejando passar mais tempo com o filho.

"Se essa mãe quer trabalhar menos, ela tem de saber que irá ganhar não tão bem quanto antes. Todas essas possibilidades devem ser levadas à tona", afirma Neli.

A dica da especialista da Ricardo Xavier é simples para evitar problemas: use e abuse das orientações do Pediatra, utilize-o como uma espécie de "mentor da carreira e vida materna".

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